Medidas são para manter

Miguel Albuquerque diz que não estão previstas alterações nas medidas de controlo da pandemia. Mas, aproveita para apelar «aos praticantes das modalidades individuais que amanhã serão retomadas para que não se concentrem em grupos, nem antes nem depois e que não usem os balneários».

O líder madeirense, que falava aos jornalistas à margem de uma visita que fez, nesta manhã de quarta-feira, ao Centro de Interpretação da Floresta da Macaronésia, na Quinta do Santo da Serra, explicou ainda que o cálculo da Região aponta para números diários de infeção inferiores a 100, o que permitirá manter a economia aberta.

«O que nos preocupa é não termos surtos descontrolados… Termos um número de casos inferior a 100 dá-nos o conforto de termos capacidade de resposta ao nível hospitalar e das demais unidades de saúde. Equacionamos esse número com as vantagens de termos, na Madeira, a generalidade das atividades em funcionamento», explicou.

Sublinhando que manter a atividade em aberto permite fazer uma aferição diária do número de casos, o presidente do Governo Regional recorda que «quando se entra em confinamento total, como aconteceu em Itália e acontece em Portugal, perde-se a capacidade de testagem e sobretudo de equacionar o número real de casos». Por isso, diz, é que quando houve a reabertura parcial em Itália «o número de casos disparou rapidamente». O mesmo aconteceu em França e está a acontecer em Inglaterra.

«Nós optámos por manter as coisas em funcionamento, mantendo os índices de infeção sob controlo e com monitorização permanente. O confinamento total seria catastrófico em termos económicos e em termos psicológicos para a pessoas e não nos permitira aferir da realidade dos casos», concluiu.

Fonte: madeira.gov.pt

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