Vacinação

Plano Regional de Vacinação COVID-19

Apresentação do Plano Regional de Vacinação Contra a COVID-19.

ponto de situação vacinação covid 5 abril

Programação de Vacinação COVID-19

Boletim de vacinação COVID-19

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PERGUNTAS FREQUENTES

A Agência Europeia de Medicamentos procedeu a uma avaliação rigorosa da vacina contra a COVID-19, garantindo desta forma a sua eficácia, segurança e qualidade.

No entanto, como qualquer outro medicamento podem ocorrer efeitos adversos. Estes efeitos são sinalizados pela vigilância implementada pelas autoridades de regulação dos medicamentos que, no caso de Portugal é o INFARMED, através da implementação do Sistema Nacional de Farmacovigilância).

Sim, a vacina vai protegê-lo(a). A vacina contra a COVID-19 permite a proteção:

–  individual contra esta doença e as eventuais complicações que possam surgir caso venha a contraí-la;

– coletiva, através da imunidade de grupo.                                                    

Quanto maior a percentagem da população vacinada, mais protegida está toda a comunidade, pois é menos provável que o vírus possa circular.

Por outro lado, apesar da elevada eficácia das vacinas, estas podem não o proteger totalmente de contrair a doença, no entanto, caso seja infetado, a vacina vai contribuir para que desenvolva apenas formas pouco graves desta doença.

A vacina contra a COVID-19 pode ter efeitos secundários, como qualquer medicamento. Geralmente as reações adversas são ligeiras e desaparecem alguns dias após a vacinação e são: dor ou inchaço no lugar da vacina no local de injeção; fadiga; dor de cabeça; dor muscular; calafrio; dores articulares; febre.

Não pode ser infetado através da vacina, pois as vacinas não contêm vírus que causam a doença. Porém, é possível ter contraído a doença nos dias anteriores ou imediatamente após a toma da vacina e surgirem os sintomas dias depois da vacinação.

Os sintomas mais frequentes de COVID-19 são: tosse; febre; dificuldade respiratória ou falta de ar, perda ou alteração do seu paladar/gosto ou olfato/cheiro.

Se tiver alguma destes sintomas, mantenha-se em casa e contacte a Linha SRS 24 Madeira 800 24 24 20.

Não existe evidência científica que justifique quaisquer preocupações de segurança ao vacinar pessoas com história anterior de infeção por SARS-CoV-2, ou com anticorpos contra a COVID-19 detetáveis.

Para que fique protegido contra a COVID-19 é essencial ter as duas doses da vacina. Assim, após ter recebido a primeira dose será indicado, pelo profissional de saúde, o agendamento da segunda dose.

Se estiver com febre, tosse, dificuldade respiratória, alterações do paladar ou do olfato não deve ser vacinado e deve contactar a Linha SRS 24 Madeira 800 24 24 20.

 Também não deve ser vacinado se estiver em isolamento profilático ou a aguardar o resultado de um teste à COVID-19, ou caso não tenha a certeza que está bem.

Sim, é! A pessoa vacinada só fica protegida após a toma da segunda dose da vacina e mesmo depois deverá continuar a cumprir com todas as medidas de proteção contra a COVID-19 (uso de máscara; cumprimento do distanciamento físico, da higienização das mãos; da etiqueta respiratória e reforçar a limpeza e desinfeção das superfícies). Isto porque o facto de estar vacinado pode não impedir a infeção assintomática, ou seja, a vacina dá proteção contra a doença, mas não impede que uma pessoa seja portadora do vírus, sem manifestar sintomas. Neste sentido, as medidas acima mencionadas evitam que uma pessoa infetada, sem sintomas, possa infetar outras pessoas.

O processo de vacinação é faseado e progressivo, em diferentes fases, de acordo com o número de vacinas disponibilizadas pelo Estado Português.

Assim na:

Primeira Fase:

(1) Profissionais de saúde diretamente envolvidos na prestação de cuidados a doentes;

(2) Profissionais e residentes em lares e instituições similares;

(3) Profissionais e internados em unidades de cuidados continuados;

(4) Pessoas com 50 ou mais anos, com pelo menos uma das seguintes patologias:

– Insuficiência cardíaca;

– Doença coronária;

– Insuficiência renal (TFG< 60ml/min);

– DPOC ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração;

 (5) Profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos.

Segunda Fase:

(1) Pessoas com 65 ou mais anos com ou sem patologias (que não tenham sido vacinadas previamente);

(2) Pessoas entre 50 e os 64 anos com pelo menos uma das seguintes patologias:

– Diabetes;

– Neoplasia maligna ativa;

– Doença renal crónica (TFG> 60ml/min);

– Insuficiência hepática;

– Obesidade (IMC>35kg/m2);

– Hipertensão arterial;

– Outras patologias poderão ser definidas posteriormente.

Terceira Fase (a definir de acordo com a evolução):

(1) Toda a restante população, caso sejam cumpridos os calendários de chegada das vacinas;

(2) Novos grupos prioritários poderão ser definidos, caso os calendários não sejam cumpridos.

Os ensaios com a vacina demonstraram que a Vacina Comirnaty (da BioNTech/Pfizer) foi eficaz na prevenção da COVID‑19 em pessoas a partir dos 16 anos de idade. Demonstrou ainda cerca de 95% de eficácia, nos participantes dos ensaios, com risco de doença grave de COVID-19, incluindo aqueles com doenças associadas como asma, doença pulmonar crónica, diabetes, hipertensão arterial ou índice de massa corporal ≥ 30 kg/m2.

Não há evidência científica que demonstre que há risco para uma pessoa infetada e que esteja assintomática de tomar a vacina.

É importante levar a vacina, pois é a forma mais eficaz de travar a propagação da doença, evitando a sobrecarga dos serviços de saúde. Ser saudável não reduz o risco de contrair a doença ou de transmiti-la a outros.

A vacina é injetada na parte superior do braço, sendo administrada em 2 doses, com um intervalo de 21 dias.

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